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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Curso do Sistema Florais do Cerrado - Águas Cristais
Curso do Sistema Florais do Cerrado - Águas Cristais - Com Claudia do Valle Gonçalves - Pesquisadora e Sintonizadora
Convido a quem sinta o chamado a vivenciar e experimentar as essências de amor em flor.
Conteúdo
-Histórico do sistema.
-Florais silvestres do cerrado
-Florais adaptados ao cerrado
-Gramíneas do cerrado
- Elixires das Águas Cristais da Chapada dos Veadeiros.
-Métodos de utilização terapêutica do sistema integrado.
-Técnicas de tratamentos e mudanças estruturais DNA através da terapêutica das essências das Águas Cristais, Florais e Gramíneas.
-Tratamentos espirituais de ativação e amplificação da consciência, muito mais...
-Florais silvestres do cerrado
-Florais adaptados ao cerrado
-Gramíneas do cerrado
- Elixires das Águas Cristais da Chapada dos Veadeiros.
-Métodos de utilização terapêutica do sistema integrado.
-Técnicas de tratamentos e mudanças estruturais DNA através da terapêutica das essências das Águas Cristais, Florais e Gramíneas.
-Tratamentos espirituais de ativação e amplificação da consciência, muito mais...
DESTINA-SE – A que tenha interesse em conhecer ou trabalhar com o sistema de Florais do Cerrado, que consiste em Essências florais, essências de Gramíneas e das Águas Cristais do Cerrado
Data - 15, 16, 17,18 e 19 julho de 2009
Início – 15/07 ás 14h00h
16, 17,18 e19 das 9:00 às 12:00 14:00 ás 18:00
Carga horária- 32 horas
Início – 15/07 ás 14h00h
16, 17,18 e19 das 9:00 às 12:00 14:00 ás 18:00
Carga horária- 32 horas
Local – Alto Paraíso GO - Espaço Rubi Violeta na pousada Rubi
Vagas limitadas!!!
Informações - Claudia do Valle Gonçalves e Ariane Roehe
62-3446-1212 ou 62-96672033
claudiafloraisdocerrado@brturbo.com.br
ariane1320@gmail.com
http://www.floraisdocerrado.com.br
http://www.pousadarubi.com.br
62-3446-1212 ou 62-96672033
claudiafloraisdocerrado@brturbo.com.br
ariane1320@gmail.com
http://www.floraisdocerrado.com.br
http://www.pousadarubi.com.br
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Seminário discute Ecoturismo de base comunitária na comunidade Kalunga
Seminário discute Ecoturismo de base comunitária na comunidade Kalunga
Entre 22 e 25 de maio de 2009, acontece o Seminário de Ecoturismo na comunidade Kalunga Engenho II, localizado no município de Cavalcante região norte da Chapada dos Veadeiros. O seminário está contemplado no programa do Instituto HSBC de Solidariedade, está sendo organizado pela Travessia Ecoturismo, Associação Kalunga de Cavalcante e Zariah Comunicação e Marketing. A proposta tem como objetivo o debate e planejamento estratégico do Ecoturismo no Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga. Na programação está prevista a identificação de roteiros de Ecoturismo, dinâmicas de grupo, além de atrações culturais, palestras e oficinas.
Cavalcante é o terceiro maior município em território do estado de Goiás, nele encontra-se o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, são 230.000 hectares de cerrado, cinco mil pessoas no maior remanescente de quilombolas do Brasil. O difícil acesso a área de preservação e a distância da parte urbana da cidade manteve o povo isolado geográficamente e culturalmente por 200 anos. Com mais de vinte comunidades distribuídas pelos vãos que preservam a cultura dos quilombos, encontram-se inúmeras cachoeiras, casas históricas de adobe e uma das maiores riquezas da Chapada dos Veadeiros.
Informações e Assessoria de Imprensa:
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A Chapada tem circo? Tem sim senhor!!!
ESPETÁCULO DE CIRCO CONTA HISTÓRIAS DE GOIÁS EM NOVE CIDADES
EM ALTO PARAÍSO DE GOIÁS NOS DIAS 15 A 17 DE MAIO

A catira de perna-de-pau, a fazenda goiana no trapézio, malabares na colheita do milho contam a História de Goiás no Picadeiro, em Alto Paraíso, nos dias 15, 16 e 17 de maio, de apresentações bem-sucedidas em Goiânia, Anápolis, Pirenópolis e segue em turnê. A primeira apresentação em todas as cidades do circuito é gratuita. História de Goiás no Picadeiro conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, e apoio da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Em cena, 22 artistas amadores e profissionais atendidos pelos projetos do Circo Laheto, nos últimos 12 anos. A montagem e circulação do novo espetáculo dá continuidade ao trabalho sócio-educativo-cultural premiado pelo Instituto Itaú e pela Unicef, que já beneficiou diretamente cerca de 2.200 crianças e formou 30 arte-educadores.
Segundo Maneco Maracá, diretor do Circo Laheto e do espetáculo História de Goiás no Picadeiro, a idéia de trabalhar com a cultura local faz parte da trajetória do grupo, desde sua criação. “Na sua essência, o circo apreende, recria, produz e incorpora referências culturais múltiplas”, comenta.
O roteiro foi construído coletivamente e de forma crítica, tendo como ponto de partida a pesquisa realizada pela ONG Cultura, Cidade e Arte. “Foi um processo muito rico: começamos pela criação do universo e passamos pela chegada dos povos à América Latina, antes de refletirmos sobre a cultura goiana”, lembra Maneco. Para ele, o aprofundamento da pesquisa permitiu um processo criativo mais fluido dando subsídio para um dos maiores desafios da montagem: “casar conteúdo narrativo às tradicionais habilidades circenses”.
A história goiana abordada pelo grupo está ambientada em cinco fases. O espetáculo começa registrando a presença dos povos primitivos em Goiás. Depois vem o Ciclo do Ouro e sua decadência, e chega o período de construção da cultura da “fazenda goiana” a partir da convivência entre índios, bandeirantes, ribeirinhos e, em seguida, tropeiros. O Coronelismo também ganha contornos circenses e Goiás contemporâneo discute o processo de desmatamento do Cerrado e a vida na grande cidade. Toda a história é alinhavada pela dupla de palhaços Palito e Linguiça.
O espetáculo traz números de acrobacia, trapézio, diabolô, perna-de-pau, tecido, malabares, entre outras linguagens tradicionais circenses. As habilidades do elenco foram desenvolvidas e aprimoradas ao longo de um ano de trabalho, com a participação de profissionais da educação física e das artes cênicas, com apoio da Manos Unidas, organização espanhola que apóia o Circo Laheto. Com foco inicial na formação profissional do grupo, os cursos e oficinas abordaram técnicas de expressão corporal, canto, dança, mímica, interpretação, iluminação, sonoplastia e montagem da estrutura circense (lona, arquibancada e etc).
A trilha sonora é toda original, criada especialmente para História de Goiás no Picadeiro pelo músico nordestino radicado em Brasília, Beirão. “Não foi fácil adaptar a viola à atmosfera circense, mas o resultado é bem interessante”, diz Maneco. O projeto preferiu valorizar a música brasileira (com tons regionais) como alternativa às composições internacionais, opção mais recorrente nos picadeiros, recentemente reafirmada pelo Circo de Soleil. A concepção de figurino do espetáculo é da Cia Nu Escuro e o desenho de luz, assinado por Rodrigo Assis.
Turnê
Ao encerrar a turnê, em 28 de junho, o Circo Laheto terá percorrido os municípios de Anápolis, Pirenópolis, Aparecida de Goiânia, Alto Paraíso, Cidade de Goiás, Rio Verde, Jataí e Mineiros. Serão 27 apresentações com estimativa de público de 20 mil espectadores. Em cada cidade, o Laheto realizará um cortejo no dia de estréia. Oficinas de arte circense para 150 crianças, jovens e adultos serão ministradas nas cidades que tiverem apoio estrutural e logístico do poder público e da iniciativa privada.
Estréia: História de Goiás no Picadeiro - Circo Laheto
Data: 15, 16 e 17 de maio – 20h
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) – Arquibancada; e R$ 30 e R$ 15 (meia) – Cadeira. Gratuito no dia 15 de maio.
Contato da produção: 62 3281 3301/ 9948 9556
Informações: zeroum comunicação – Larissa Mundim (62 9968 1658)- www.circolaheto.org
EM ALTO PARAÍSO DE GOIÁS NOS DIAS 15 A 17 DE MAIO

A catira de perna-de-pau, a fazenda goiana no trapézio, malabares na colheita do milho contam a História de Goiás no Picadeiro, em Alto Paraíso, nos dias 15, 16 e 17 de maio, de apresentações bem-sucedidas em Goiânia, Anápolis, Pirenópolis e segue em turnê. A primeira apresentação em todas as cidades do circuito é gratuita. História de Goiás no Picadeiro conta com o patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, e apoio da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Em cena, 22 artistas amadores e profissionais atendidos pelos projetos do Circo Laheto, nos últimos 12 anos. A montagem e circulação do novo espetáculo dá continuidade ao trabalho sócio-educativo-cultural premiado pelo Instituto Itaú e pela Unicef, que já beneficiou diretamente cerca de 2.200 crianças e formou 30 arte-educadores.
Segundo Maneco Maracá, diretor do Circo Laheto e do espetáculo História de Goiás no Picadeiro, a idéia de trabalhar com a cultura local faz parte da trajetória do grupo, desde sua criação. “Na sua essência, o circo apreende, recria, produz e incorpora referências culturais múltiplas”, comenta.
O roteiro foi construído coletivamente e de forma crítica, tendo como ponto de partida a pesquisa realizada pela ONG Cultura, Cidade e Arte. “Foi um processo muito rico: começamos pela criação do universo e passamos pela chegada dos povos à América Latina, antes de refletirmos sobre a cultura goiana”, lembra Maneco. Para ele, o aprofundamento da pesquisa permitiu um processo criativo mais fluido dando subsídio para um dos maiores desafios da montagem: “casar conteúdo narrativo às tradicionais habilidades circenses”.
A história goiana abordada pelo grupo está ambientada em cinco fases. O espetáculo começa registrando a presença dos povos primitivos em Goiás. Depois vem o Ciclo do Ouro e sua decadência, e chega o período de construção da cultura da “fazenda goiana” a partir da convivência entre índios, bandeirantes, ribeirinhos e, em seguida, tropeiros. O Coronelismo também ganha contornos circenses e Goiás contemporâneo discute o processo de desmatamento do Cerrado e a vida na grande cidade. Toda a história é alinhavada pela dupla de palhaços Palito e Linguiça.
O espetáculo traz números de acrobacia, trapézio, diabolô, perna-de-pau, tecido, malabares, entre outras linguagens tradicionais circenses. As habilidades do elenco foram desenvolvidas e aprimoradas ao longo de um ano de trabalho, com a participação de profissionais da educação física e das artes cênicas, com apoio da Manos Unidas, organização espanhola que apóia o Circo Laheto. Com foco inicial na formação profissional do grupo, os cursos e oficinas abordaram técnicas de expressão corporal, canto, dança, mímica, interpretação, iluminação, sonoplastia e montagem da estrutura circense (lona, arquibancada e etc).
A trilha sonora é toda original, criada especialmente para História de Goiás no Picadeiro pelo músico nordestino radicado em Brasília, Beirão. “Não foi fácil adaptar a viola à atmosfera circense, mas o resultado é bem interessante”, diz Maneco. O projeto preferiu valorizar a música brasileira (com tons regionais) como alternativa às composições internacionais, opção mais recorrente nos picadeiros, recentemente reafirmada pelo Circo de Soleil. A concepção de figurino do espetáculo é da Cia Nu Escuro e o desenho de luz, assinado por Rodrigo Assis.
Turnê
Ao encerrar a turnê, em 28 de junho, o Circo Laheto terá percorrido os municípios de Anápolis, Pirenópolis, Aparecida de Goiânia, Alto Paraíso, Cidade de Goiás, Rio Verde, Jataí e Mineiros. Serão 27 apresentações com estimativa de público de 20 mil espectadores. Em cada cidade, o Laheto realizará um cortejo no dia de estréia. Oficinas de arte circense para 150 crianças, jovens e adultos serão ministradas nas cidades que tiverem apoio estrutural e logístico do poder público e da iniciativa privada.
Estréia: História de Goiás no Picadeiro - Circo Laheto
Data: 15, 16 e 17 de maio – 20h
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) – Arquibancada; e R$ 30 e R$ 15 (meia) – Cadeira. Gratuito no dia 15 de maio.
Contato da produção: 62 3281 3301/ 9948 9556
Informações: zeroum comunicação – Larissa Mundim (62 9968 1658)- www.circolaheto.org
Fonte: Zariah Comunicação e Marketing
terça-feira, 5 de maio de 2009
Águas Cristais. Curativas, vivas e conscientes
(cachoeira dos cristais)
Águas Cristais. Curativas, Vivas e Conscientes -(Chapada dos Veadeiros)
por Claudia do Valle Gonçalves - claudiafloraisdocerrado@brturbo.com.br
Águas, essências vivas e conscientes, acompanhadas de vida multidimensional, as quais não são vistas, mais sentidas... Determinados tratamentos pelas águas, tanto os naturais quanto aqueles que usam o magnetismo e a ativação de mudanças estruturais atômicas, afetam a vida. As águas cristais vivas e conscientes da Chapada dos Veadeiros têm um papel de profunda importância na transformação do campo eletromagnético humano. Quando ingeridas por seres humanos mudam os atributos da vida que a contém Esses atributos da vida da água, interatuam com a água do corpo humano. Ao ingerir as águas cristais magnetizadas holograficamente, muda-se as relações e as reações dos corpos. Elas têm o poder de tocar a interdimensionalidade da vida humana.As águas estão presentes para ajudar a equilibrar os humanos que as reconhecem, quando reconhecidas, elas convertem-se em atributos de cura consciente para o planeta e a humanidade.
Águas, que brotam da terra tem poderosos efeitos curativos no corpo humano. São fontes de juventude que aceleram um processo de rejuvenescimento, e inibe o envelhecimento.Existem vidas interdimensionais nas águas que andam de mãos dadas com a vida celular interdimensional do nosso DNA. Elas mudam as impressões, alguns conjuntos de instruções e algumas formas de como funciona nossa biologia.
Águas, que brotam da terra tem poderosos efeitos curativos no corpo humano. São fontes de juventude que aceleram um processo de rejuvenescimento, e inibe o envelhecimento.Existem vidas interdimensionais nas águas que andam de mãos dadas com a vida celular interdimensional do nosso DNA. Elas mudam as impressões, alguns conjuntos de instruções e algumas formas de como funciona nossa biologia.
Venho desenvolvendo há alguns anos este trabalho (pesquisa) com as Águas Cristais da Chapada dos Veadeiros. Assim, me foi orientado, preparar as essências da consciência viva das cachoeiras e das nascentes da Chapada dos Veadeiros. Muito me surpreendeu ao constatar seus efeitos curativos e transformadores, percebo, uma gama de variantes dos atributos em cada fonte colhida e em cada nascente, venho encontrando padrões, propriedades e freqüências diferenciadas. As quais vem facilitando um processo de reequilibrio da consciência e uma reestruturação aurica devido a expansão.
As Águas cristalinas da Chapada dos Veadeiros trazem em sua estrutura molecular um altíssimo padrão de vibração e atuação intra e intercelulares que promovem modificações funcionais no comportamento, nos sentimentos e nas inter-relações cerebrais e celulares. Elas ampliam a percepção, modificam as conexões neurais, provêem alterações dimensionais na consciência e em determinadas áreas cerebrais, atuando como fontes de cura, e transformação de padrões que se encontram em processo de transição para a elevação da vida humana e do planeta.
Nas águas encontro a incorporação dos padrões de transformações que nossa terra (Gaia) vem processando. Reajustes nos campos eletromagnéticos e energéticos para reequilibrio das novas freqüências da consciência.'Os campos auricos estão se ampliando e transformando e isto pode causar desequilíbrios no processo do refinamento e expansão da consciência, este processo tende a se intensificar nos próximos anos podendo desenvolver algumas sintomatologias como rachaduras quando o campo expande para freqüências maiores.
As Águas cristalinas ativam os corpos cristalinos, ativação do corpo de luz. Incorporação da consciência de quinta dimensão. As águas são potencializadas e preparadas por entidades supra-dimensionais, seres que estão engajados no serviço do despertar da consciência da nova terra. (Devas, Anjos e Arcanjos entre outros...) As águas da Chapada dos Veadeiros são de coloração Dourada, Turquesa e Esmeralda as quais trazem a incorporação das freqüências elevadas dos reinos da luz. Através de hologramas dimensionais e das fontes conscientes, as águas são preparadas com diferenciadas informações da nova consciência, estelar, quântica, cósmica... elas nos preparam para o novo...Os tratamentos com as águas cristais do cerrado vêm se mostrando transformadores, eles abrangem uma gama enorme de possibilidades de reajustes nos corpos - mental, emocional e cósmico do ser humano , auxilia e promove um reajuste de posturas, valores e princípios, reorganiza através das freqüências luminosas os campos da consciência e os corpos do ser humano . Refina a percepção e os padrões subjetivos da consciência e redimensiona as defesas da consciência.
Acredito que muito temos que aprender dos processos naturais e das possibilidades de cura e transformação atravez das Águas, aqui encontramos incontáveis possibilidades, a cada fonte a cada nascente, ainda vamos nos surpreender muito com as essências vivas dos campos da consciência...
Dedico a todos os trabalhadores iluminados pelas luzes do amanhecer da nova consciência, dedico a todos que buscam o amanhecer iluminado da consciência humana, Cósmica, Estelar, Galáctica.Cristal... e a luz.A todos os irmãos e irmãs da caminhada que foram importantes para que esta pesquisa se concretizasse aqui, agradeço ao eterno...Aho!Grande espírito! na luz das Águas Cristais...Claudia do Valle.
por Claudia do Valle Gonçalves - claudiafloraisdocerrado@brturbo.com.br Produtora e pesquisadora dos Florais do Cerrado e das Águas da Chapada dos Veadeiros 22 anos trabalhando com essências. Terapeuta.
Fonte - http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=18000
Reiki níveis I e II – Integrado
Reiki é um sistema natural de harmonização energética pela transmissão de energia através das mãos.
É uma técnica sistematizada que restaura a saúde física, mental, emocional e espiritual, equilibra os centros de energia, eliminando as emoções negativas, as tensões e o stress.
Reiki é uma terapia holística, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde.
Reiki não é religião ou seita.
Reiki é aberto a todos, para que todo o mundo possa ajudar a si mesmo e ao próximo conforme a necessidade. Com Reiki você terá um instrumento da auto-ajuda literalmente nas próprias mãos.
Facilitadora: Ariane Maria Roehe
Data: 07 e 08 de maio de 2009 (quinta e sexta-feira)
Horário: 09:00 ás 18:00 Horas
Local: Espaço Rubi Violeta - Pousada Rubi
Rua Coleto Paulino, 732/752, Centro - Alto Paraíso GO
Informações e Inscrições: (62) 3446-1200 (com Odete ou Sidnei)
http://www.pousadarubi.com.br/ pousadarubi@pousadarubi.com.br
(62) 9667-2033 ariane1320@gmail.com
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Chapada dos Veadeiros, energia que dá gosto!
(Cachoeira Almécegas I - Fazenda São Bento)
Exuberância de flora, fauna e flores, paisagens deslumbrantes, morros e campos, diversidade de cenários, lindas cachoeiras, incontáveis rios e águas, um céu espetacular e cristais por toda terra. Essa soma mais alguma coisa intangível, mas “sentível”, a que as pessoas chamam de energia, constituem o encanto básico da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.
E, ao contrário do misticismo e da ufologia, o bom é que, neste caso, não é preciso acreditar em nada sobrenatural ou fantástico, basta ver com os próprios olhos e sentir com todos os sentidos. O “poder terreno” manifesta e não há como escapar. É o planeta que chama.
Nesta viagem, diferentes percepções. O morador-nativo vê a natureza, com o perdão da redundância, como “natural”, porque ela sempre esteve aqui, esta é a paisagem permanente, é linda, mas o deslumbre não existe. O visitante vê a natureza como “sobrenatural”, algo glamourizado, cada vez mais raro e para ser devotado como um deus.
Sua intensidade é tão contrastante com as médias e grandes cidades, que a primeira reação de quem chega é de impacto e choque, e o local inevitavelmente vai apresentar-se como um paraíso. Se há estresse, ele evapora. Nesse sentido, a maior virtude da região é mostrar às pessoas o quanto tudo pode ser diferente e, sobretudo, melhor.
E ainda é possível escolher o tipo de turismo: ecológico, rural, de aventura, místico, ufológico, religioso, de moradia. Ops! De moradia? De moradia, porque não poucos visitantes tornam-se moradores. É como uma paixão, começa com um flerte e vai indo. Por exemplo: o Lutero e a Graça, de Brasília, construíram uma pousada; a Ivene, de Goiânia, abriu uma pizzaria e assim segue. Entre os novos moradores e os nativos, de um lado, e os turistas, de outro, há aqueles que têm casas de veraneio e estão sempre aqui, “ajudando a cuidar do lugar”. A dois passos ou no paraíso?
“O que faz da Chapada dos Veadeiros algo tão especial? O contato com a natureza é extremamente intenso, a sensação de liberdade que o local transmite”, pergunta e responde o site de turismo Transchapada, em uma espécie de auto-reflexão.
O que mais se diz, faz ou se vê aqui? Confira o que anunciam diversas fontes: caprichos da natureza (revista Bonde); dádivas da natureza" (Ecofotos); contato com a natureza, a biodiversidade, um silêncio mágico (Chapada.com); sintonia com a natureza (Casa das Flores); uma natureza exuberante e intrigante (Verde Trigos); natureza agreste, aura mística, santuário ecológico e belezas naturais (Pousada Jardim do Éden); todas as facetas da natureza intactas e com a força das águas (Férias Brasil). Como se percebe, falar daqui é ser redundante.Para Márcio José Pereira, de Goiânia, fã de carteirinha, a Chapada vai além do lindo cerrado de altitude e dos “passeios interessantíssimos”. “Tem a galera, a pinga com arnica do Seu Claro, o crepe da madrugada, o Bar do Bodinho...”. A lista não acaba.
O interessante é que as opiniões e imagens da região são tão positivas e construtivas que se alguém falar mal de algo vai se passar por ranzinza e insensível, quando não ficar com descrédito.
É aqui o paraíso?
Parece que sim. A Chapada dos Veadeiros é natureza e sua história é a história da Terra. Aqui tudo começou. Foram nestas paragens altas do planalto goiano que os primeiros raios de sol iluminaram um dos primeiros pedaços de terra emersos do planeta. Sobre ela, depois de milhões de anos, apareceram Cerrados em plenitude. E aí, dizem por aqui, o mundo ficou completo. A sociedade nacional só chega durante o Ciclo do Ouro, por volta de 1740, com a fundação da cidade de Cavalcante, mas já quatro décadas depois - informa o historiador Paulo Bertran -, o senhor Joaquim Pereira Lemos reivindica uma sesmaria de “meia légua de terra em quadra em o ribeirão chamado Paraíso, tudo na Chapada dos Veadeiros”. Ou seja, desde antes essa época, tudo estava batizado e a imagem já vinculava-se ao Éden.
Em 1935, quando a região era conhecida somente por suas minas de cristal de rocha e a preservação da natureza era idéia e prática inexistentes, Matma Nago, em seu livro O Tocantins, escreve: “Sabes, leitor amigo, onde fica a Chapada dos Veadeiros? (...) São as paragens mais inebriantes do Brasil. Em verdade, se ela não foi o local em que estava situado o Paraíso Terrestre em que Adão pecou, é, por certo, um pedacinho do céu que os Criadores das Cousas cortaram de seu imenso palácio e pregaram em pleno coração de nossa pátria”.
No livro Berço das Águas do Novo Milênio, do ano 2000, o seu autor, Miguel von Behr, faz uma verdadeira devoção à Chapada dos Veadeiros e pede que, aquilo que considera os seus elementos (água, flor e paisagem), sejam “entendidos como fornecedores de fontes de riqueza para o homem”. Segundo ele, “o que mais atrai são as belezas cênicas, com suas variadíssimas cachoeiras, cascatas, riachos, corredeiras, exuberantes montanhas, veredas, majestosos campos de flores, paredões, escarpas, canyons...”. E define: “paisagem é o estado da alma”.
Já o guia Amaury de Azevedo, de Alto Paraíso, escreve em poema:
“...A Chapada está em mim.
Nela incorporei-me
Em simbiose tão profunda...”
E o músico Paquito canta:
“Eu moro no paraíso
Chapada dos Veadeiros
Eu vivo no coração
Do cerrado brasileiro
Um banho de cachu
Um love com você
Que venha o fim do mundo
Eu não quero nem saber”
Nela incorporei-me
Em simbiose tão profunda...”
E o músico Paquito canta:
“Eu moro no paraíso
Chapada dos Veadeiros
Eu vivo no coração
Do cerrado brasileiro
Um banho de cachu
Um love com você
Que venha o fim do mundo
Eu não quero nem saber”
E assim, de apologia em apologia, a Chapada enche o papo.
(Cachoeira Almécegas II - Fazenda São Bento)
Exportação de couro
Ainda que esse encanto pela região venha há séculos, o respeito à natureza é recente. Sem considerar a agricultura de subsistência, as primeiras atividades econômicas da região, nos séculos 18 e 19, sempre devastadoras, foram a exploração de ouro e a exportação de couros, principalmente de veados, daí o nome veadeiro, que significa tanto o caçador de veado e o cachorro usado na caça quanto os locais onde esses animais costumam beber água. Por ironia do destino, foi uma atividade altamente predatória que batizou o que é hoje um dos lugares mais preservados do Cerrado brasileiro, mas sempre coexistindo com a noção de paraíso.Depois, vieram a criação de gado, cavalo e muar e o cultivo de trigo, este durando até o início do século 20. Em 1912, começaram as explorações de cristal de rocha, que se estenderam até meados dos anos 1980, quando o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV) foi fechado com cercas de arame e o turismo ecológico e místico iniciam, lentamente, suas atividades, somando remanescentes de comunidades alternativas e aventureiros.Apesar de ter sido criado em 1961, com 600 mil hectares, foi somente por volta de 1990, e já reduzido a 60 mil hectares, que o PNCV vai assumir sua condição de natureza a ser preservada. Simultaneamente, já acontecia um movimento conservacionista feito por grupos, entidades e associações civis, instituindo hotéis-fazendas, santuários informais e reservas particulares de patrimônio natural.
Ainda que esse encanto pela região venha há séculos, o respeito à natureza é recente. Sem considerar a agricultura de subsistência, as primeiras atividades econômicas da região, nos séculos 18 e 19, sempre devastadoras, foram a exploração de ouro e a exportação de couros, principalmente de veados, daí o nome veadeiro, que significa tanto o caçador de veado e o cachorro usado na caça quanto os locais onde esses animais costumam beber água. Por ironia do destino, foi uma atividade altamente predatória que batizou o que é hoje um dos lugares mais preservados do Cerrado brasileiro, mas sempre coexistindo com a noção de paraíso.Depois, vieram a criação de gado, cavalo e muar e o cultivo de trigo, este durando até o início do século 20. Em 1912, começaram as explorações de cristal de rocha, que se estenderam até meados dos anos 1980, quando o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV) foi fechado com cercas de arame e o turismo ecológico e místico iniciam, lentamente, suas atividades, somando remanescentes de comunidades alternativas e aventureiros.Apesar de ter sido criado em 1961, com 600 mil hectares, foi somente por volta de 1990, e já reduzido a 60 mil hectares, que o PNCV vai assumir sua condição de natureza a ser preservada. Simultaneamente, já acontecia um movimento conservacionista feito por grupos, entidades e associações civis, instituindo hotéis-fazendas, santuários informais e reservas particulares de patrimônio natural.
A consciência ambiental e a vida alternativa que vinham crescendo desde as revoluções urbanas das últimas décadas - reforçadas pelos ventos do encontro ECO-92, no Rio de Janeiro - vão ser fundamentais na consolidação desse sistema de proteção à natureza dos Veadeiros - que, hoje, começa a sofrer uma nova ameaça: os plantadores de soja, conhecidos como “fazedores de deserto”.
Novos olhares
De outro lado, ao contrário do que se pensa, o ecoturismo não é uma atividade isenta, pura e não-poluidora. A abertura de trilhas, a construção de hotéis e pousadas, o lixo gerado e o esgoto não deixam de interferir no ambiente verde, mesmo que com menos impacto que outros ramos da economia. A natureza também é explorada, mas de forma diferente. Ainda assim, parece ser este o melhor caminho para o chamado desenvolvimento sustentável.Nesta troca entre o paraíso e as cidades, além do impacto cultural, da interferência em costumes e comportamentos locais - uns positivos, outros negativos -, os turistas e os novos moradores também contribuíram para melhorar o perfil daqui. De certa forma, foram eles que ensinaram ao nativo a não só explorar, mas valorizar os Cerrados, a olhar diferente, a preservar e a “sentir a energia que rola aqui”.
Nos primeiros tempos do turismo, alguns nativos se enchiam de admiração e espanto ao saberem que as pessoas vinham de longe e, depois, caminhavam quilômetros e quilômetros sob sol ou chuva, em trilhas íngremes, só para tomar banho de cachoeira. No povoado de São Jorge, particularmente, os recém-chegados, com exemplos, incentivaram os moradores a fazer jardins, plantar árvores e arborizar o povoado. E o cenário urbano mudou por completo. A noção, até o início da década de 1990, era de que, estando bem no “meio” da natureza, já tinha mato demais, então árvore na rua pra quê?
Na mesma frente, o céu ganhou um novo olhar. Ora, pois, direis ouvir estrelas? Aqui você vai ouvir e entendê-las. Exultar o pôr-do-sol e o nascer da lua cheia. Isso é possível, mas é não é praticado nem percebido nas grandes cidades. Nos Veadeiros, há tempo e lugar para apreciá-los e até promover rituais de consagração, banhar-se em energia ou fazer mentalizações. Como o chopinho pós expediente ou a academia de ginástica no mundo urbano, os astros-reis da Terra são, na Chapada, um álibi para o relaxamento de fim de tarde. Para o morador e o trabalhador, o calendário e as horas são gregorianos, mas, para o visitante, o tempo aqui é outro - não o do relógio e das datas, mas dividido somente em dia e noite. Ou está claro ou está escuro e é isso que determina o que se vai fazer.
Cachoeiras, campos floridos, lindas paisagens, céus literalmente divinos. Este é o místico acessível, a magia que independe de crença, a energia que dispensa tomada, um sentimento que pode ser resumido ao bem-estar. Quem não quer estar bem? Então, esteja na Chapada.
Texto - Paulo José
sexta-feira, 24 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Reflexologia
Reflexologia
É o estudo e aplicação de pressão dátila ou com outra ferramenta em pontos reflexos, ou seja, com ligação a diversos órgãos e sistemas corporais, a fim da liberação da energia e reequilíbrio do corpo.
A reflexologia parte do princípio holístico: o todo está nas partes e as partes representam o todo.
Aliando os conhecimentos chineses e indianos, o curso tem práticas vivenciais, de meditação e
conexão entre doshas, aplicação de óleos e os pontos reflexos.
Carga horária: 32 horas/aula
Próximo início: Maio
Investimento: R$ 260,00 Reais
Conteúdo programático:
Reflexologia - conceito; tipologias;
Reflexologia - ferramentas para aplicação do método
O pé - reconhecendo a estrutura física;
O pé - reconhecendo-o como corpo reflexo;
Pontos reflexos dos sistemas circulatório e respiratório;
Pontos reflexos dos sistemas digestivo e excretor;
Pontos reflexos do sistema reprodutor e órgão dos sentidos;
Pontos reflexos das articulações e músculos e do sistema nervoso.
QUEM ESTIVER INTERESSADO ENTRE EM CONTATO
MASSAGISTA TERAPEUTA: BENTO LIVRE
FONE: 62-8171-0450
Vivência
Esta é uma vivência onde enfrentaremos todos os nossos medos e mentiras criadas para ocultar as partes que não aprovamos em nós mesmos.Tomaremos consciência de nossas culpas e vitimizações. Reconheceremos as auto-imagens criadas para esconder a maldade presente em cada um.
Tópicos do Trabalho:
- Bem e Mal
- Defeitos de caráter
- Medo
- Crueldade e destrutividade
- Desejo pelo negativo
- Prazer vinculado a crueldade
- Culpa
Data: 11 e 12 de Abril
Investimento: R$ 230,00
Contato: 62.3446.1136 e 61.9956.9001 Bárbara
Facilitadora: Isabel Cristina Dihl Otto
Terapeuta desde 1990. Cursos de aprofundamento na Índia em 2006 e 2008 na Universidade da Unidade Oneness. Terapeuta há 18 anos tendo grupos por todo o Brasil. Residiu 14 anos em Alto Paraíso (GO) onde possuiu um Centro de Meditação, denominado Renascer na Luz por 12 anos. Hoje residente em Urubici – SC, onde participará da construção da Ecovila Florescer.
Formação: Reiki Master, facilit Rebirthing, Psicologia Transpessoal, Mãos de Luz pela Universidade Espírita do Paraná, Trabalho com Elixir de Cristais e Florais, Ativação Merkaba, pela Flower of Life e Método Melchizedek Nível III, Deeksha-Giver pela Oneness. Especialidade com Grupos de aprofundamento emocional.
Terapeuta desde 1990. Cursos de aprofundamento na Índia em 2006 e 2008 na Universidade da Unidade Oneness. Terapeuta há 18 anos tendo grupos por todo o Brasil. Residiu 14 anos em Alto Paraíso (GO) onde possuiu um Centro de Meditação, denominado Renascer na Luz por 12 anos. Hoje residente em Urubici – SC, onde participará da construção da Ecovila Florescer.
Formação: Reiki Master, facilit Rebirthing, Psicologia Transpessoal, Mãos de Luz pela Universidade Espírita do Paraná, Trabalho com Elixir de Cristais e Florais, Ativação Merkaba, pela Flower of Life e Método Melchizedek Nível III, Deeksha-Giver pela Oneness. Especialidade com Grupos de aprofundamento emocional.
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